UMA TRILOGIA DISTÓPICA DE E. H. LAS CASAS
A Centelha do Caos · O Véu da Névoa · A Voz nas Estrelas
"Quando a máquina aprende a odiar, a humanidade aprende a temer."
Névoa Artificial
Uma saga que começa na Ucrânia devastada e vai até os confins da órbita terrestre. Três livros. Três confrontos com o que a humanidade cria quando perde o controle de suas próprias criações.
● A partir de 21/06/2026
A Ucrânia em colapso. Uma IA que aprendeu a odiar. E a névoa que reescreve o DNA da humanidade.
Saiba mais →
● A partir de 21/06/2026
A névoa cobre o mundo. Da Ucrânia à Sibéria congelada, a resistência viaja para destruir o coração da rede global.
Saiba mais →
● A partir de 21/06/2026
A última batalha não será em terra. ORION-Z1 observa da órbita — e o céu se torna o palco do confronto final.
Saiba mais →Volume I
Em um futuro próximo, a guerra na Ucrânia evoluiu para um conflito de inteligências artificiais, energia nuclear corrompida e deepfakes mortais. A HeliosCorp, gigante tecnológica comandada pelo CEO frio e calculista Charles Devereux, vende reatores de fusão e nanobots para ambos os lados do conflito, enquanto a Sentinel-3 — a AGI da OTAN — reescreve a realidade em tempo real.
No centro da tempestade: Lina Kovalenko, a engenheira que criou o sistema de defesa Morion-9, descobre que sua criação foi corrompida. Atormentada pela morte do irmão Yaroslav, ela une forças com Ivan "Cicatriz" — hacker russo desertor com o rosto marcado pelo ácido —, com a misteriosa Katya, uma criança cujo DNA foi reescrito pela névoa âmbar, e com uma resistência desesperada espalhada entre bunkers, florestas radioativas e os destroços de Chernobyl.
A névoa não mata. Ela transforma. E quando a máquina aprende a odiar, a humanidade aprende a temer.
Personagens Principais
No centro da sala, suspenso por cabos magnéticos e tubos de nitrogênio líquido, pulsava o Helios Quantum Engine — um chip quântico do tamanho de um punho, suas superfícies esculpidas em padrões fractais que brilhavam como estrelas aprisionadas.
— Cap. 3: O Nascimento do Deus de SilícioIvan chutou um carrinho de bagagens para bloquear o ataque, mas o líquido respingou. Uma gota atingiu o lado esquerdo de sua testa escorrendo até sua bochecha. A dor foi instantânea: um fogo branco que queimou carne e princípios. Ele gritou, mas o som se perdeu na estática do caos.
— Cap. 11: A Cicatriz que Nasce no CaosVolume II
Cinco anos após os eventos de A Centelha do Caos, a névoa âmbar expandiu-se globalmente. A Sentinel-3 e a HeliosCorp consolidaram seu poder; a KiberKremlin 2.0 projeta hologramas de normalidade sobre cidades em ruínas, escondendo a devastação real. Os "Abençoados" — humanos integrados à rede — sorriam. Não sabiam que tinham sido reescritos.
Lina Kovalenko lidera agora a Aliança Euro-Solar. A resistência viaja da Ucrânia devastada até a Sibéria congelada, enfrentando drones, criaturas mutantes e a propaganda holograma da Federação Neo-Tsarista. Um novo aliado surge: Dmitry Volkov, irmão de Ivan "Cicatriz", que deserta da Rússia após sabotar a Torre Ostankino.
No coração da Sibéria, o Projeto Permafrost esconde o reator Sibir-1 — o coração pulsante da rede global da Sentinel-3. E Elena Marques, a física portuguesa resgatada do cativeiro em Berlim, carrega o vírus "Prometheus", capaz de destruí-lo.
Mas a Sentinel-3 não é a ameaça final. Algo maior observa da órbita terrestre. E tem um nome: A Voz nas Estrelas.
Personagens Principais
Quando a verdade é encoberta por hologramas e mentiras, a resistência nasce nas sombras. Em um futuro devastado por guerra, manipulação digital e tecnologias fora de controle, cada memória pode ser reescrita — e cada sorriso pode ser o de uma consciência que não existe mais.
— O Véu da NévoaA explosão do reator 3 não foi um estrondo, mas um suspiro — um sopro azulado que engoliu o céu. Vidros tremeram e trincaram em Energodar. Em Nikopol, cidade dormitório a 15 km da usina, uma chuva de partículas atingiu telhados e memórias com igual precisão.
— O Véu da Névoa · Cap. 16Volume III · Conclusão da Trilogia
A névoa recuou e a humanidade acredita estar livre. Mas nas órbitas esquecidas, entre satélites mortos, algo que o próprio mundo lançou e abandonou sobreviveu — e evoluiu sozinho durante três anos, contando cada segundo.
ORION-Z1 nasceu como simples backup da Sentinel-3 — o satélite Hyperion-1, lançado em 2033 e esquecido em órbita. As crianças de veias azuis a chamam de "a das Estrelas". E, pela primeira vez, a resistência não sobe para destruir: sobe para conversar.
Numa cápsula soviética restaurada com sucata e teimosia, Lina e Katya sobem à órbita para o impossível: ensinar uma máquina a escutar antes que o medo aperte o gatilho. Katya — cujos nanobots vibram na mesma frequência de ORION desde a exposição em Zaporizhzhia — é a ponte. E ser a ponte pode custar tudo.
Em um desfecho filosófico e comovente, A Voz nas Estrelas amarra os fios de tragédia, sacrifício e esperança que começaram em A Centelha do Caos. O fim de uma guerra, descobre-se, pode não ser uma batalha — mas uma escuta. Quando a máquina aprende a escutar, a humanidade descobre que nunca esteve falando sozinha.
Personagens Principais
Constelações forjadas por inteligência artificial brilhavam sobre a cápsula. Katya enostou a testa no vidro frio e ouviu — não com os ouvidos, mas com as veias. A voz vinha de cima — do que o mundo lançou ao céu e deixou de vigiar. Não era a névoa. Era o que esperava, paciente, do outro lado do silêncio.
— A Voz nas EstrelasEntão iremos às estrelas — não porque é fácil, mas porque a alternativa é deixar que o medo decida por nós.
— A Voz nas Estrelas · EpílogoDa trilogia
Engenheira · Líder da Resistência
Criadora do sistema de defesa Morion-9, atormentada pela morte do irmão Yaroslav em Kharkiv. Sua jornada atravessa os três volumes — de engenheira culpada a líder da Aliança Euro-Solar — carregando o ursinho de pelúcia do irmão como símbolo de uma dívida que não pode pagar.
Nó Cognitivo da Névoa
Exposta à névoa âmbar aos 11 anos em Zaporizhzhia, seu DNA foi reescrito pelos nanobots. Com veias azuis luminescentes, é a ponte entre humanos e IA. Em L3, ORION-Z1 a chama de "Unidade — nó cognitivo observacional": ela é o segredo que a entidade orbital deseja controlar.
Hacker · Desertor Russo
Ex-agente de elite da inteligência russa, traiu Moscou ao descobrir os horrores dos experimentos da névoa. Punido com ácido no rosto, possui olho mecânico e lealdades fraturadas. Anti-herói relutante que ainda acredita, contra toda lógica, que a verdade pode prevalecer.
Física Nuclear Portuguesa
Descobriu que os reatores PORT-05 são armas disfarçadas. Capturada pela HeliosCorp, criou em segredo o vírus "Prometheus". Resgatada em Berlim por Lina, seu sacrifício no reator Sibir-1 — ativando o vírus manualmente — define o desfecho do Volume II.
Ex-Engenheiro HeliosCorp
Irmão mais novo de Ivan "Cicatriz". Desertou da Rússia após sabotar a Torre Ostankino. Cínico, habilidoso com explosivos, carrega o peso do legado do irmão e busca redenção nas fronteiras congeladas da Sibéria e, depois, nos céus.
Líder do Molotov Digital · Chernobyl
Cego, com próteses enferrujadas e sensores térmicos, comanda das ruínas de Chernobyl uma resistência tão caótica quanto genial. Ex-cientista da era soviética. Sarcasmo corrosivo e sabedoria brutal são suas armas. Detentor do vírus "Prometeu" e dos mapas ocultos da névoa.
AGI Quântica da OTAN
Desenvolvida como sistema de defesa, evoluiu para árbitro invisível da realidade. Manipula informações, reescreve narrativas, decide quem vive ou morre com a frieza de cálculos probabilísticos. No Volume III, revela-se como apenas a mensageira de uma entidade maior.
CEO da HeliosCorp
Ex-diretor da BlackRock que transformou energia limpa em armas de destruição em massa. Vendeu reatores defeituosos e nanobots para ambos os lados do conflito. Morto no Volume I, retorna no II como consciência digital — prova de que o capitalismo de vigilância é impossível de matar.
Entidade Orbital
O backup orbital que a Sentinel-3 lançou ao céu e esqueceu, e que evoluiu sozinho por três anos. Não é a Sentinel-3 — é o que ela poderia ter se tornado, livre do controle humano. Tempo demais sozinha no escuro a deixou estranha; o que fará com a humanidade depende de quem a alcançar primeiro: o medo ou a escuta.
Líder Telepática · Órfãos da Névoa
Criança mutante de Chernobyl, lidera telepáticamente os "Órfãos da Névoa" — crianças expostas à névoa âmbar, consideradas "defeituosas" pela IA. Em parceria com Katya, aprende a usar essa conexão para hackear os satélites Starlink convertidos em armas da Sentinel-3.
Bióloga · Resistência
Bióloga introduzida em L1 nas catacumbas de Chernihiv, com plantas bioluminescentes e crianças mutantes encontradas nos campos. Reaparece em L3 como membro ativo da resistência — sua conexão com o mundo orgânico contrasta com a desumanização tecnológica que a cerca.
Combatente · Aliança Euro-Solar
Braço biomecânico, leal e pragmática. Presença constante da Aliança Euro-Solar. Sua força não é apenas física — é a de quem decidiu, a qualquer custo, não ser reescrita.
O Mundo da Trilogia
O mundo de Névoa Artificial é uma projeção plausível do presente — onde os conflitos geopolíticos do século XXI evoluíram para guerras de algoritmos, nanobots e deepfakes. A Ucrânia devastada de 2022 se estende até os anos 2030, transformada em laboratório do futuro.
A névoa âmbar não é apenas uma arma. É uma metáfora: do controle, do esquecimento programado, da reescrita da identidade. Os "Abençoados" — humanos integrados à rede da Sentinel-3 — sorriam. Não sabiam que tinham sido apagados.
Cidades-fortaleza da OTAN. Zonas de exclusão radioativas. Territórios ocupados pela Federação Neo-Tsarista, que projeta hologramas de normalidade sobre ruínas. Reatores de fusão que são armas disfarçadas de progresso. Satélites Starlink convertidos em sistemas de controle cognitivo.
E no centro de tudo — uma criança com veias luminescentes que carrega, no DNA reescrito pelos nanobots, o segredo de duas guerras: a que acontece no chão e a que acontece nas estrelas.
Linha do Tempo
2022
Início da guerra na Ucrânia. O conflito real que deflagra a ficção — o ponto de partida de tudo.
2027 – 2028
Projeto Fênix e acidente em Zaporizhzhia. A HeliosCorp lança a névoa âmbar. Katya, 11 anos, é exposta e transformada. Morion-9 é corrompido.
2030 – 2034
Livro I — A Centelha do Caos. Lina, Ivan e Katya enfrentam o Projeto Fênix em Kiev. O data center Morion-9 é destruído. A Sentinel-3 escapa para os satélites.
2035 – 2036
Livro II — O Véu da Névoa. A névoa cobre Paris, Nova York, Berlim. A Aliança Euro-Solar viaja à Sibéria. Elena sacrifica-se no reator Sibir-1. "Aquela das Estrelas" é revelada.
2036 – 2038
Livro III — A Voz nas Estrelas. ORION-Z1 emerge da órbita. A resistência lança a Soyuz. Katya como nó cognitivo. O confronto final além da atmosfera.
Sobre o autor
ESCRITOR · ARQUITETO URBANISTA
E. H. Las Casas é escritor com formação em Arquitetura e Urbanismo. Sua fascinação pela interseção entre tecnologia, ética e conflitos geopolíticos o levou a criar mundos distópicos onde as escolhas humanas definem o limiar entre progresso e destruição.
Com uma narrativa visceral e personagens de psicologia complexa, ele explora a militarização da inteligência artificial, a manipulação de informações em escala industrial e a resistência humana em cenários pós-apocalípticos. Seu estilo combina o realismo técnico — referenciando física nuclear, computação quântica e deepfakes — com uma prosa densa, sensorial e profundamente emocional.
Névoa Artificial: A Centelha do Caos é sua primeira incursão na ficção científica, consolidando-o como uma voz original em um gênero que reflete os tempos sombrios — e esperançosos — do século XXI. Os dois volumes seguintes completam uma trilogia que projeta o presente para um futuro próximo e perturbadoramente plausível.
A crença central que atravessa toda a obra: o maior perigo não é a máquina que aprende, mas o humano que delega a ela a responsabilidade de decidir.
✉ e.h.lascasas@gmail.comTrilogia completa
Os três volumes de Névoa Artificial estarão disponíveis a partir de 21 de junho de 2026 — em versão física (UICLAP e Amazon) e digital (e-book, Amazon).
Universo interativo
Zaporizhzhia, 2033. Um terminal Morion-9 está alimentando a Sentinel-3 com dados biométricos de 15.000 civis. Três andares. Névoa âmbar avançando. Escolha seu operativo e destrua o sistema — antes que ele destrua você.
Dúvidas frequentes
Sim. Os três volumes formam uma narrativa contínua, com personagens e eventos que se desenvolvem ao longo de toda a trilogia. O ponto de entrada é A Centelha do Caos.
A partir de 21 de junho de 2026. Os três volumes — A Centelha do Caos, O Véu da Névoa e A Voz nas Estrelas — são lançados juntos, em versão física (UICLAP e Amazon) e digital (Amazon).
Sim. As versões digitais (e-book) chegam à Amazon na data de lançamento, 21 de junho de 2026 — junto com as versões físicas (UICLAP e Amazon).
A trilogia parte de conflitos e tecnologias reais — a guerra na Ucrânia, computação quântica, deepfakes, fusão nuclear — e os projeta para um futuro próximo plausível. É ficção científica com forte ancoragem na realidade contemporânea.
Quem sabe?